O cartório minhoto dos marqueses de Ponte de Lima: da ordem à dispersão a partir do ocaso do Antigo Regime. Contributo para a sua reconstituição

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Filipa Lopes

Resumo

Os viscondes de Vila Nova de Cerveira, elevados a marqueses de Ponte de Lima em 1790, detiveram, pelo menos desde o século XVII, um cartório em Ponte de Lima. Este encontrar-se-ia sediado no paço que possuíam na vila, que foi vendido pelo último titular desta Casa em 1868. Centramos a nossa análise neste cartório, no que foi possível apurar sobre a sua formação, a documentação que continha e como estava organizada. Estudamos como se deu a sua progressiva dispersão, no contexto das transformações ocorridas no final do Antigo Regime, e identificamos documentos ou núcleos documentais que foi possível mapear em arquivos e coleções públicas e privadas, tendo em vista a sua reconstituição.

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Secção

Artigos

Como Citar

[1]
«O cartório minhoto dos marqueses de Ponte de Lima: da ordem à dispersão a partir do ocaso do Antigo Regime. Contributo para a sua reconstituição», FL, n. 1, pp. pp. 107–128, Fev. 2026, doi: 10.1010101/3820h873.